Na busca de um País/Estado mais justo e democrático, igual para todos seus cidadãos, há muito para ser feito. Não é preciso, somente, aristocrátas com um bom senso, é preciso também uma colaboração sociopolítica entre os cidadãos dessa nação. Esse é um bom modelo à ser seguido, uma sociedade que sabe o que faz dentro das decisões política de seu país e governantes que governam para todos(não para uma parte dessa sociedade), mas infelizmente não é assim que ocorre, além de termos cidadãos que não se questionam sobre a atual condição de seu país temos, também, representantes que "olham somente o próprio nariz"; enquanto o seu dever seria governar, de forma que, os problemas sociais fossem extintos. Se olharmos por um certo lado, não seria tão difícil implantar uma igualdade para todos se tivéssemos apenas esses fatores, claro que seria um longo caminho para percorrer, mas acontece que temos "figuras extras" na história, religiosos.
Não vemos problemas com os religiosos, mas uma coisa que não dá certo é política e religião em um mesmo regime, até mesmo Nicolau Maquiavel concordou com isso(leiam a obra O Prícipe). Acabaria que, eles não governariam para o povo, e sim para a sua figura religiosa e para a parte da sociedade que acredita nessa figura(não governaria para todo o povo). E no meio de problemas a igreja ganhou seu espaço na política, já a algum tempo, mas se fortaleceu com a presidencia de Marcos Feliciano na Comissão de Direitos Humanos, o que é um desrespeito ao estado laico, a partir do momento que ele usa suas ideologias cristãs em pensamentos políticos. E nesse avanço o deputado João Campos(PSDB) propõe que "religiosos poderão questionar decisões judiciais como a legalidade da união estável para casais de mesmo sexo, aprovada no Supremo em maio de 2011.", ou seja, não existe mais estado laico no Brasil.. E como já sabemos, a igreja tem suas próprias regras, são muito conservadoras, entre outros fatores, simplesmente seria o governo mais anti-democrático do mundo, pois aqueles que não seguirem as leis do Estado estaria cometendo uma infração e seria penalizado, ou seja, todo aquele que não é religioso não teria oportunidades nesse país, mas é claro que isso só ocorreria se o pré-candidato do PSC, Everaldo Pereira, sair vitorioso da eleições de 2014.
Bom, não é preciso ser um gênio pra saber que um crente no poder faria o Brasil ser um país mais desigual do que já é. Politica e religião são coisas distintas, não se misturam, e essa Teocracia que está tomando o poder no Brasil levará todos os pensamentos lógicos e contra a religião à Inquisição, e as pessoas também.
DIGA NÃO À TEOCRACIA
DEMOCRACIA NO PODER
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